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Culpa insana de sanidade sacana de bobagem malicia de rolimã. Boêmia cristã ama de alma saciar me a fome. ...


Culpa insana de sanidade
sacana de bobagem
malicia de rolimã.

Boêmia cristã
ama de alma
saciar me a fome.

Poetisa de olhos
autora de co - olhares
confundidora de gosto
um bom desgosto lhe amar.

Latina abre me a porta
onde se esconde,
onde dormi o doce
que sua boca teimar em provocar.

Dentro do mundo Vivo o meu mundo, Sem nenhuma forma De completa perfeição. Uma útil desorg...


Dentro do mundo
Vivo o meu mundo,
Sem nenhuma forma
De completa perfeição.

Uma útil desorganização
Celular em cada singular,
Palavras soltas jogadas
Rodando em volta do meu ar.

Recitais de um poeta
Com uma xícara de café
Cantado os bons gostos
De seus versos a falar.

Hoje mesmo quando este escrevia
Os versos que acaba de cantar
Em seu mundo outra vez preso estava a ficar.

E quando tudo se ultrapassa E não te vejo mas pela vidraça A vida fica sem graça. E quando ...


E quando tudo se ultrapassa
E não te vejo mas pela vidraça
A vida fica sem graça.

E quando eu te olho
Em meio o povo na praça
Fico um pouco mas tolo
Que a noite passada.

E quando te escrevo
Sem te negar nada
Me faço de bobo
Que se apaixonou
Sem ser uma ameaça.

E quando me entregas
A dor de não sentir nada
Sou apenas um fofo
Que morreu na madrugada.

As flores secam com o passar das estações, O fruto proibido foi posto a exposição, O desejo...


As flores secam com o passar das estações,
O fruto proibido foi posto a exposição,
O desejo já ganhou o coração.

A sombra que embaça a visão
Tem seu nome como refrão,
Nas placas da paixão.

Os versos do poeta dizem a certeza
Que nos sonhos de beleza
Você é a única que alcança tão proeza.

Diva, deusa, morena preta...

Doce negros Olhos verdes,  Por que? Mata-me o medo Me abre o desejo De uma boca e um ...


Doce negros
Olhos verdes, 
Por que?
Mata-me o medo
Me abre o desejo
De uma boca e um beijo.

Apronta-me o viveiro
Para eu morrer sem afago,
Não temer, mas o lobo mal. 

Planta uma semente
Na minha mente 
Não precisa ser decente 
Desde que acabe com a gente.

Não tenho previsão Para sua visão, Sou o mesmo grão De silêncio e paixão. Minha quase obsess...


Não tenho previsão Para sua visão, Sou o mesmo grão De silêncio e paixão. Minha quase obsessão, Surdina de mi corazón, Ilusão de uma tarde chuvosa Na varada desenhando palavras. Uma gota amarga De não saber nada Até que o mundo Não tenha mas uma palavra. Meu divã de couro vermelho Tem em segredo todos os meus desejos Que vem da ponta do dedo Até a boca do beijo. _ Alison Marquess

Fervia em mim O fogo de tua pele Aquecendo o frio Agonizante da solidão. Semeia...



Fervia em mim
O fogo de tua pele
Aquecendo o frio
Agonizante da solidão.

Semeia ao meu ouvido
Palavras férteis 
Uma coisa feito paixão
Loucuras humanas.

Enrosca-me em tuas grossas pernas
domar-me, em teu impetuoso calor,
nos meus canteiros selvagens.

Sóis o meu espírito livre Alma que compõe A essência da minha. Cigana dona de olhar ...


Sóis o meu espírito livre
Alma que compõe
A essência da minha.

Cigana dona de olhar
Traiçoeiro que guerreiro
Aos seus pés vivem a se jogar.

Olhe com seus olhos verdes
Em meus olhos claros
É me faça acreditar
Que não serei apenas
Mais outro guerreiro
Que tentou lhe conquistar.

Empunhe sua adaga
Em meu coração
Pra que ele nunca 
Saia de perto do seu.